sexta-feira, 27 de novembro de 2009

CEADEMA

14 a 18 de dezembro 2009 será realizada a 70ª AGO da CEADEM-Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Maranhão na Cidade de Santa Luzia do Tide-MA

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

AMOR DE PAI...QUE LINDA HISTORIA...FELIZ DIA DOS PAIS..

PAPAI... QUANTO ME AMAS?


No dia que nasceu nossa filha, meu marido, não sentiu grande alegria. Por que a decepção que sentia parecia, ser maior do que o grande conhecimento de ter uma filha. Ah! Eu queria um filho homem! Lamentava meu marido. Em poucos meses ele se deixou cativar pelo sorriso de nossa linda Carmenzita e pela infinita inocência de seu olhar fixo e penetrante, foi então que ele começou a ama-la com loucura.
Sua carinha, seu sorriso não se apartavam mais dele. Ele fazia planos sobre planos, tudo seria para nossa Carmenzita. Numa tarde estávamos reunidos em família, quando Carmenzita perguntou a seu papai: Papi,... Quando eu completar quinze anos, qual será meu presente? Ele lhe respondeu: Meu amor, você tem apenas sete aninhos, não lhe parece que falta muito tempo para essa data? Respondeu Carmenzita: Bem papi,... tu sempre diz que o tempo passa voando, ainda que eu nunca haja visto por aqui.
Carmenzita já tinha quatorze anos e ocupava toda a alegria da casa, especialmente o coração de seu papi. Num Domingo fomos a igreja, Carmenzita tropeçou, seu papi de imediato agarrou-a para que não caísse... Já sentados nos bancos da igreja, vimos como Carmenzita foi caindo lentamente e quase perdeu a consciência. Seu papi agarrou-a e levou imediatamente para o hospital.
Ali permaneceu por dez dias e foi então quando lhe informaram que Carmenzita padecia uma grave enfermidade que afetava seriamente seu coração. Os dias foram passando, seu papi renunciou a seu trabalho para dedicar-se a Carmenzita. Todavia, eu sua mãe, decidi trabalhar, pois não suportava ver Carmenzita sofrendo tanto. Numa manhã, ainda na cama, Carmenzita perguntou a seu papi: Papi? Os médicos te disseram que eu vou morrer?Respondeu seu papi: Não meu amor... não vais morrer, Deus que é tão grande, não permitiria que eu perda o que mais tenho amado neste mundo.
Perguntou Carmenzita:- Quando agente morre vai para algum lugar? Podem ver lá de cima sua família? Sabes se um dia podem voltar?- Bem filha,... na verdade ninguém regressou de lá e contou algo sobre isso, porém se eu morrer, não te deixarei só, onde eu estiver buscarei uma maneira de me comunicar contigo, e em última instância utilizaria o vento para te ver.- O vento? E como você faria?- Não tenho a menor idéia filhinha, só sei que se algum dia eu morrer, sentirás que estou contigo, quando um suave vento roçar teu rosto e uma brisa fresca beijar tua face.
Nesse mesmo dia à tarde, fomos informado pelos médicos que nossa Carmenzita necessitava de um transplante de coração, pois do contrário ela só teria mais vinte dias de vida. UM CORAÇÃO! DONDE CONSEGUIR UM CORAÇÃO? UM CORAÇÃO! ONDE, DEUS MEU? Nesse mesmo mês, Carmenzita completaria seus quinze anos. E foi numa sexta-feira a tarde quando conseguiram um doador. Foi operada e tudo saiu bem. Carmenzita permaneceu no hospital por quinze dias e em nenhuma só vez seu papi foi visitá-la. Todavia, os médicos lhe deram alta e ela foi para sua casa. Ao chegar em casa Carmenzita com ansiedade gritou:- Papi! Papi!... Onde tu estás? Eu sai do quarto com os olhos molhados de lágrimas e disse-lhe:- Aqui está uma carta que seu papi deixou para você.
"Carmenzita, filinha do meu coração: No momento em que ler minha carta, já deve ter quinze anos e um coração forte batendo em teu peito, essa foi a promessa que me fizeram os médicos que te operaram. Não pode imaginar nem remotamente quanto lamento não estar a teu lado neste instante. Quando soube que morrerias, decidi dar-te a resposta da pergunta que me fizeste quando tinhas sete aninhos e a qual não respondi. Decidi dar-te o presente mais bonito que ninguém jamais faria por minha filha... Te dou de presente minha vida inteira sem nenhuma condição, para que faças com ela o que queiras. Vive filha! Te amo com todo meu coração!"
Carmenzita chorou por todo o dia e toda a noite; No dia seguinte foi ao cemitério e se sentou sobre a tumba de seu papi; chorou tanto como ninguém poderia chorar e sussurrou: "Papi,... agora posso compreender quanto me amavas eu também te amava e ainda que nunca tenha dito, agora compreendo a importância de dizer-te "Te Amo" e te pediria perdão por haver guardado silêncio tantas vezes ".
Nesse instante as copas das árvores balançavam suavemente, caíram algumas folhas e florzinhas, e uma suave brisa roçou a face de Carmenzita, olhou para o céu, tentou enxugar as lágrimas de seu rosto, se levantou e voltou para casa.


Nunca deixes de dizer: "

TE AMO"Não sabes quando será a última vez...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

SANTIDADE AO SENHOR

Comunidade Batista Shalom
São Mateus – MA
Esboço de Mensagem do dia 16 de Julho de 2009, Quinta-Feira.
Levítico 20:23; 20:26 e I Pedro 1:15

Sabemos que santidade quer dizer ‘separação’ – ‘consagração’. Aqui no texto também encontramos um termo interessante: “Costumes das nações”. Esse termo nos remete a tudo aquilo que é adotado, praticado, tido como o próprio texto diz, como costume (o que se faz costumeiramente, normalmente, em seu convívio diário). Assim como tomar banho ou escovar os dentes. Quando o texto fala ‘nações’, está se referindo ao mundo fora do povo de Deus, aos povos que andam conforme a Palavra do Senhor. Logo, seus costumes são os que não encontram amparo, respaldo, autorização dentro da Bíblia, como por exemplo, idolatria, homossexualismo, feitiçaria, etc.

Então, as nações aqui representadas pelo mundo, que não reconhece a Deus como soberano, consideram todas essas coisas como normais, as praticam e as defendem. Por isso a Bíblia usa o termo ‘costume’. Ou seja, já se acostumaram com essas práticas, a tal ponto de as considerarem as coisas mais normais do mundo.

O problema é quando o povo santo (separado, remido, lavado, justificado) se deixa aos poucos seduzir por essas práticas e costumes, e assim como mundo faz, também passa a defendê-las e praticá-las, como se fossem as coisas mais normais do mundo.

É o conceito errado do pecado PMG, ou seja ‘pequeno’, ‘médio’ e ‘grande’. É quando nós assumimos o lugar de Deus e passamos a definir segundo nossa visão, e não segundo a visão de Deus, ou seja, sua Palavra, o que é bom ou ruim para as nossas vidas. E é onde caímos no laço do inimigo.

O texto em I Pedro 1:15 trás outro termo revelador: “Em todo o vosso procedimento”. O que o Senhor quer nos dizer é que devemos ser santos de uma forma completa, em tudo o que fazemos. E, apesar de muitos acharem que isso não é possível, convém lembrar que Deus não nos daria uma ordem a qual não pudéssemos cumprir.

Isso porque, onde quer que andemos, teremos sempre três visões a nos observarem:

1. Deus (Salmos 139:7-8)
2. Satanás (I Pedro 5:8)
3. Mundo (os gentios) – Este jaz no maligno (I João 5:19) – não há nenhuma boa vontade para conosco.

Não dá para fingir santidade por muito tempo. Uma hora, a verdade sempre aparece. A máscara cai.

E isso acontece exatamente naquilo que costumamos conceituar como ‘coisas pequenas’ – ‘pecados menores’ – irracionalmente achamos que algum tipo de transgressão possa passar desapercebida aos olhos do Criador.
Dizemos em nosso íntimo: “Ele tem as guerras, a violência, as drogas, Israel para se preocupar. Por que irá se importar se me sentar diante de uma TV para assistir uma novela satânica? As nações estão se armando, o mundo sendo destruído, e Deus vai se tocar para uma música em meu celular que não exalte sua santidade?”

Sabe o que aconteceu? Os costumes do mundo entraram em sua vida. Entraram na igreja, através de seus ‘arraiais do povo de deus’, suas ‘baladas gospel’.

Essa tem sido uma armadilha, um laço sutil e violento do inimigo de nossas almas, que tem levado toda a humanidade ao precipício.

Quando os Hebreus estão para tomar Jericó, e Deus já havia se manifestado de uma forma poderosa e tremenda, segurando o avanço do sol e da lua, ele dá uma ordem a seu exército (Josué 6:18). Um homem do meio deles, chamado Acã, desobedece a orientação de Deus, o que causa uma inexplicável (aos olhos humanos) derrota ao exército, de tal forma que nem o general Josué entendeu o que tinha acontecido, a ponto de questionar o agir de Deus (Josué 7:6-13).
A causa da derrota:

 Uma capa babilônica – vaidade

 200 ciclos de prata (aprox. 2 kg) – ganância, cobiça, amor ao dinheiro.

 Uma cunha de ouro de 50 ciclos (aprox. meio quilo) – posição

Sabe o que isso custou? (Josué 7:5).

Acã, como muitos de nós achou que aquelas ‘coisinhas’, ‘lembrancinhas’, ‘besteirinhas’, não fariam mal algum.

Um segundo erro que adoramos cometer, é nos santificarmos a prestação. Por partes. Em milhares de vezes, sem juros...
É como se achássemos certo limpar uma casa e não lavar os banheiros.
Lavar uma calça, e deixar uma das pernas suja.
Limpar o carro, menos os vidros, ou os pneus.

Infelizmente é o que temos visto em muitos santos. Na igreja, na hora do louvor, da adoração, da oração, da vigília, do clamor. Muita unção, lágrimas, joelhos dobrados e sabe como estão suas vidas?

Derrotas atrás de derrotas. As coisas não andam. Não saem do lugar. Não conseguem ter uma vida cristã completamente abençoada, mesmo com as dificuldades. São pessoas que tem dificuldades em obedecer, se submeter. Afirmam se humilhar diante de Deus, mas são completamente rebeldes em relação a seus líderes. Como falamos, são santos em parte, ou melhor, por partes...

A mesma boca que diz “Ao único, que é digno de receber, a honra e a glória...”, dá honra e glória aos cânticos do mundo, entoados e compostos muitas vezes por adúlteros, fornicadores, homossexuais, homens e mulheres que não dão nenhum valor à família, aos filhos, aos pais...

Os mesmos olhos que correm a Bíblia em busca de respostas, se voltam para a sensualidade, a concupiscência maligna que o mundo oferece.

E aí, como Acã, a derrota vem, a frieza vem, a queda vem, e como ela, os que estão perto de você são atingidos também.

A mensagem final para a igreja está em I Coríntios 10:31-33


Pr Neto Curvina

terça-feira, 28 de julho de 2009

SOLIDIFICADA NA PALAVRA..."ASSEMBLEIA DE DEUS"

A IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS

"Pouco tempo depois, Gunnar Vingren participou de uma convenção de igrejas batistas, em Chicago. Essas igrejas aceitaram o Movimento Pentecostal. Ali ele conheceu outro jovem sueco que se chamava Daniel Berg. Esse jovem também fora batizado com o Espírito Santo.
Após uma ampla troca de informações, experiências e idéias, Daniel Berg e Gunnar Vingren descobriram que Deus os estava guiando numa mesma direção, isto é: o Senhor desejava enviá-los com a mensagem do Evangelho a terras distantes, mas nenhum dos dois sabia exatamente para onde seriam enviados.
Algum tempo depois, Daniel Berg foi visitar o pastor Vingren em South Bend. Durante aquela visita, quando participavam de uma reunião de oração, o Senhor lhes falou, através de uma mensagem profética, que eles deveriam partir para pregar o Evangelho e as bênçãos do Avivamento Pentecostal. O lugar tinha sido mencionado na profecia: Pará. Nenhum dos presentes conhecia aquela localidade. Após a oração, os dois jovens foram a uma biblioteca à procura de um mapa que lhes indicasse onde o Pará estava localizado. Foi quando descobriram que se tratava de um estado do Norte do Brasil”.Extraído do livro
História das Assembléias de Deus, Emílio Conde - CPAD
No início do século XX, apesar da presença de imigrantes alemães e suíços de origem protestante e do valoroso trabalho de missionários de igrejas evangélicas tradicionais, nosso país era ainda quase que totalmente católico.
A origem das Assembléias de Deus no Brasil está no fogo do reavivamento que varreu o mundo por volta de 1900, início do século 20, especialmente na América do Norte.
Os participantes desse reavivamento foram cheios do Espírito Santo da mesma forma que os discípulos e os seguidores de Jesus durante a Festa Judaica do Pentecostes, no início da Igreja Primitiva (Atos cap. 2). Assim, eles foram chamados de “pentecostais”.
Exatamente como os crentes que estavam no Cenáculo, os precursores do reavivamento do século 20 falaram em outras línguas que não as suas originais quando receberam o batismo no Espírito Santo. Outras manifestações sobrenaturais tais como profecia, interpretação de línguas, conversões e curas também aconteceram (Atos cap. 2).
Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren, chegaram a Belém do Pará, em 19 de novembro de 1910, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso e até social do Brasil por meio da pregação de Jesus Cristo como o único e suficiente Salvador da Humanidade e a atualidade do Batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais. As igrejas existentes na época – Batista de Belém do Pará, Presbiteriana, Anglicana e Metodista, ficaram bastante incomodadas com a nova doutrina dos missionários, principalmente por causa de alguns irmãos que se mostravam abertos ao ensino pentecostal. A irmã Celina de Albuquerque, na madrugada do dia 18 de junho de 1911 foi a primeira crente a receber o batismo no Espírito Santo, o que não demorou a ocorrer também com outros irmãos.
O clima ficou tenso naquela comunidade, pois um número cada vez maior de membros curiosos visitava a residência de Berg e Vingren, onde realizavam reuniões de oração. Resultado: eles e mais dezenove irmãos acabaram sendo desligados da Igreja Batista. Convictos e resolvidos a se organizar, fundaram a Missão de Fé Apostólica em 18 de junho de 1911, que mais tarde, em 1918, ficou conhecida como Assembléia de Deus.
Em poucas décadas, a Assembléia de Deus, a partir de Belém do Pará, onde nasceu, começou a penetrar em todas as vilas e cidades até alcançar os grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Em virtude de seu fenomenal crescimento, os pentecostais começaram a fazer diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, o clero católico despertou para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a tornar-se, no futuro, uma nação protestante.


O QUE É A ASSEMBLÉIA DE DEUS
A Assembléia de Deus é uma comunidade protestante, segundo os princípios da Reformada Protestante pregada por Martinho Lutero, no século 16, contra a Igreja Católica. Cremos que qualquer pessoa pode se dirigir diretamente a Deus baseada na morte de Jesus na cruz. Este é um relacionamento pessoal e significativo com Jesus. Embora sejamos menos formais em nossa adoração a Deus do que muitas denominações protestantes, a Assembléia de Deus se identifica com eles na fundamentação bíblica-doutrinária, com exceção da doutrina pentecostal (Hebreus 4.14-16; 6.20; Efésios 2.18).
A Assembléia de Deus é uma igreja evangélica pentecostal que prima pela ortodoxia doutrinária. Tendo a Bíblia como a sua única regra de fé e prática, acha-se comprometida com a evangelização do Brasil e do mundo, conformando-se plenamente com as reivindicações da Grande Comissão.
A doutrina que distingue as Assembléias de Deus de outras igrejas diz respeito ao batismo no Espírito Santo. As Assembléias de Deus crêem que o batismo no Espírito Santo concede aos crentes vários benefícios como estão registrados no Novo Testamento. Estes incluem poder para testemunhar e servir aos outros; uma dedicação à obra de Deus; um amor mais intenso por Cristo, sua Palavra, e pelos perdidos; e o recebimento de dons espirituais (Atos 1.4,8; 8.15-17).
As Assembléias de Deus crêem que quando o Espírito Santo é derramado, ele enche o crente e fala em línguas estranhas como aconteceu com os 120 crentes no Cenáculo, no Dia de Pentecoste. Embora esta convicção pentecostal seja distintiva, a Assembléia de Deus não a tem como mais importante do que as outras doutrinas (Atos 2.4).
O seu Credo de Fé realça a salvação pela fé no sacrifício vicário de Cristo, a atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais e a bendita esperança na segunda vinda do Senhor Jesus. Consciente de sua missão, a Assembléia de Deus não prevalece do fato de ter, segundo dados do IBGE (Censo 2000), mais de oito milhões de membros. Apesar de sua força e penetração social, optou por agir profética e sacerdotalmente. Se por um lado, protesta contra as iniqüidades sociais, por outro, não pode descuidar de suas responsabilidades intercessórias.

SUA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA
As igrejas Assembléias de Deus atuam em cada lugar sem estarem ligadas administrativamente à uma instituição nacional. A ligação nacional entre as igrejas é feita através dos seus pastores que são filiados à Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB), com sede no Rio de Janeiro.
Em cada Estado os pastores estão ligados à convenções regionais ou a ministérios. Essas convenções, em geral, credenciam evangelistas e pastores, cuidam de assuntos da liderança e de direção das igrejas. Essas convenções operam um tipo de liderança regional entre a igreja local e a Convenção Geral.
A CGADB é dirigida por uma Mesa Diretora, eleita a cada dois anos numa Assembléia Geral. Para várias áreas de atividades da Assembléia de Deus a CGADB tem um conselho ou uma comissão. Desta forma, existem o Conselho Administrativo da Casa Publicadora (CPAD), o Conselho de Educação e Cultura Religiosa, o Conselho de Doutrinas, o Conselho Fiscal, o Conselho de Missões, a Secretaria Nacional de Missões (SENAMI), e a Escola de Missões das Assembléias de Deus (EMAD).

O COMPROMISSO COM A PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS
Sendo uma comunidade de fé, serviço e adoração, a Assembléia de Deus não pode furtar-se às suas obrigações – proclamar o Evangelho de Cristo e promover espiritual, moral e socialmente o povo de Deus. Somente assim, estaremos nos firmando, definitivamente, como agência do Reino de Deus.
As Assembléias de Deus não são a única igreja. Deus está usando muitos outros para alcançar o mundo para Ele. Nos cenários brasileiro e mundial somos uma das muitas denominações comprometidas em conduzir crianças, adolescentes, jovens e adultos a Cristo.
Nossa oração nas Assembléias de Deus é que sejamos usados por Deus para ajudar os perdidos e propiciar um ambiente onde o Espírito Santo possa realizar sua obra especial na vida dos que crêem.
Se você ainda não pertence à uma igreja, queremos lhe convidar a adorar a Deus em Espírito e em verdade, numa de nossas igrejas (João 4.24).

Texto Extraído do Site CPAD